O uso de wearables tem crescido nos últimos anos. Apesar disso, ainda há dúvidas sobre por que o uso de dispositivos é mais seguro do que o celular.
Em regiões com sinal GPRS estável, há empresas que seguem optando por monitorar o empregado por meio de mensageiros e ligações. E essa, nem de longe, é a opção mais segura.
Neste artigo, vamos explicar como cada um desses aparelhos funciona, em qual momento o celular é indicado e por que os dispositivos wearables são mais seguros no monitoramento de pessoas.
Como o sinal do celular funciona?
De forma geral, os celulares enviam e recebem sinais de raio de baixa potência. O sistema é formado por antenas, que são conectadas a transmissores e estações rádio-base (os receptores), por onde o sinal passa.
Quando o usuário faz uma ligação, o aparelho se conecta à estação rádio-base mais próxima da sua locação. E será esse receptor que fará a chamada e a manterá ativa.
É importante reforçar que cada estação tem um limite máximo de capacidade de administração de chamadas. E é por isso que em locais com muitos usuários, o tráfego pode ficar indisponível.
Basta pensar em grandes eventos, como shows ou partidas de futebol, em que os usuários têm dificuldade para fazer ligações ou enviar mensagens.
Ao longo dos anos, esse sistema vem evoluindo. O Serviço de Rádio de Pacote Geral (GPRS), método de transferência de redes 2G, funciona desde 2001 e precedeu redes como 4G e 5G.
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Como o dispositivo vestível funciona?
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Os wearables — dispositivos vestíveis —, por sua vez, funcionam por meio da combinação de sensores, Internet das Coisas e sistemas diversos de localização, como o GPS, a triangulação LORA e Beacon Bluetooth.
Esses dispositivos podem ser encontrados em formato de colares, pulseiras e outros acessórios, estando, o tempo todo, em contato com o usuário.
Por ter sensores muito modernos, consegue capturar uma série de informações sobre a pessoa monitorada:
- Batimentos cardíacos,
- Frequência respiratória;
- Temperatura;
- Mudanças no ambiente;
- Quedas.
Assim, a solução pode ser aplicada no monitoramento de trabalhadores solitários, além do acompanhamento de pacientes e até como segurança extra para pessoas que viajam sozinhas.
Outra funcionalidade importante — essa, disponibilizada nos dispositivos da LifeLink — é o botão de emergência.
Sempre que uma situação inesperada acontecer, o usuário aciona esse botão para solicitar suporte de uma central profissional de atendimento. O botão ainda pode ter a função parametrizada de acordo com as necessidades de cada empresa.
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Por que o uso de dispositivos é mais seguro do que o celular, mesmo com sinal GPRS estável?
Com o entendimento de como funcionam as tecnologias, já dá para ter um panorama de por que o uso de dispositivos é mais seguro do que celular, mesmo o sinal GPRS estável.
Uma das principais vantagens dos wearables de monitoramento é a estabilidade do sinal. Esse é um diferencial muito claro e objetivo, especialmente para empresas que realizam atividades em campo, com sinal de celular ruim.
Mas, mesmo quando o GPRS funciona bem, o monitoramento profissional com dispositivos vestíveis segue como a melhor opção.
Imagina a seguinte situação: o empregado de uma indústria está realizando seu trabalho em uma área isolada da planta. Em determinado momento, sente um mal súbito.
Se ele tiver que usar o celular, precisa tirar o aparelho do bolso, desbloquear, abrir o aplicativo de ligação ou de mensagem e, aí sim, fazer contato com outra pessoa. Parece rápido, mas em uma situação de emergência, esse é um processo lento.
Ainda que o atendimento seja automatizado, conversar com um robô demora mais do que acionar um botão de pânico — que automaticamente seguirá com os procedimentos de emergência previamente estabelecidos.
E em casos assim, cada segundo conta e o tempo faz toda a diferença no atendimento. É o que garante que haja fatalidades e que as sequelas sejam as menores possíveis (ou nenhuma).
Mensageiros e redução de alarmes falsos
Mas é importante deixar claro que o uso de aplicativos no celular não é totalmente descartado. As empresas podem combinar as suas soluções para oferecer ainda mais assertividade no atendimento.
A LifeLink, por exemplo, usa o aplicativo de mensagens Telegram para reduzir as taxas de alarme falso — quando um usuário aciona o botão de pânico sem querer. Assim, a central de monitoramento concentra os esforços nas emergências reais.
Essa é uma forma de otimizar a comunicação e garantir que os atendimentos sejam atendidos da melhor forma.
Benefícios dos wearables
Os wearables têm se consolidado como importante ferramenta para o monitoramento de empregados em diferentes áreas. Entre os principais benefícios da solução vale destacar:
- Facilidade de uso;
- Precisão de informações;
- Banco de dados para melhorar a tomada de decisão;
- Mais segurança para o empregado;
- Redução do número de acidentes laborais;
- Mais agilidade em atendimentos de emergência;
- Economia de recursos gastos com pagamentos de multas e indenizações;
- Aumento da produtividade;
- Aumento dos índices de satisfação das equipes;
- Implantação de uma cultura de segurança sólida e de resultados;
- Criação de um ambiente voltado para a prevenção de acidentes.
Como implantar?
Qualquer empresa pode implantar um sistema de segurança com as soluções de monitoramento da LifeLink.
A marca é pioneira em serviços de monitoramento e, hoje, disponibiliza a sua infraestrutura para que outras organizações possam oferecer ao empregado excelência em segurança.
Ao identificar os pontos que precisam de monitoramento, é possível contratar os diversos serviços da LifeLink, que oferece monitoramento de trabalhadores solitários, dentro ou fora da empresa, e uma central profissional de suporte.
Além disso, contamos com softwares e dispositivos próprios, desenvolvidos com tecnologia de ponta e os conceitos mais modernos em cultura de segurança internacional.
Todas as soluções podem ser parametrizadas de acordo com as necessidades de cada instituição, garantindo, assim, que as demandas sejam plenamente efetivas e com resultados de qualidade.
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